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Il Ducato di Modena su Regni Rinascimentali
 
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 [Por]Trattato di Coop. Giudiziaria fra Modena e Portogallo

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Ladyranocchia

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MessaggioTitolo: [Por]Trattato di Coop. Giudiziaria fra Modena e Portogallo   [Por]Trattato di Coop. Giudiziaria fra Modena e Portogallo EmptyVen 02 Set 2011, 12:03

Citazione :
TRATTATO DI COOPERAZIONE GIUDIZIARIA TRA IL REGNO DI PORTOGALLO ED IL DUCATO DI MODENA

Nella loro grande saggezza, i sovrani del Ducato di Modena e dell Regno di Portogallo, hanno chiesto di mettere per iscritto il presente trattato di cooperazione giudiziaria che vincoli i popoli del Regno di Portogallo e del Ducato di Modena, con l'intento di instaurare e preservare una duratura amicizia.


Articolo I - dell'applicazione del diritto sul proprio territorio
Ogni individuo che abbia commesso un'offesa o un crimine nei confronti della legge e delle regole vigenti nel territorio di uno dei firmatari sarà processato e giudicato secondo il diritto vigente nel territorio in cui è stato commesso tale offesa o crimine.


Articolo II - del principio di cooperazione
Ogni individuo che abbia commesso un'offesa o un crimine nei confronti della legge e delle regole vigenti nel territorio di uno dei firmatari che cerchi rifugio nel territorio dell'altro firmatario dovrà, su domanda, essere ricercato e preso dopo diché, con decisione presa di comune accordo, estradato oppure messo a giudizio dalle autorità giudiziarie sul territorio delle quali l'individuo è stato arrestato (dette autorità giudiziarie riceventi).


Articolo III - dell'applicazione del diritto del ricorrente
Il comune accordo prevede una piena e fattiva cooperazione tra procuratori e giudici dei territori dei due firmatari coinvolti in modo che l'accusato riceva lo stesso giudizio che avrebbe ricevuto nel caso non fosse fuggito alla giustizia del territorio del firmatario ricorrente (sul territorio del quale ha avuto luogo l'infrazione), essendo il giudizio svolto per e da delegazione del contraente che ha emesso la richiesta.


Articolo IV - della procedura di giudizio
1. Il pubblico ministero del territorio ricorrente redige l'atto d'accusa premurandosi di fare apparire le leggi o abitudini sui quali l'atto si basa. Lo trasmette al suo omologo insieme alle prove in suo possesso a carico dell'imputato.

2. Il giudice ricevente deve ricevere i dettagli del processo.

3. Il giudice del territorio ricorrente redigerà la sentenza più giusta e la envierà al giudice ricevente.

4. Il giudice ricevente deve ricevere la sentenza redata dal suo omologo e valutare se questa rispetta le normative superiore uguale per tutti i giudici. Se non trovare nessun ostacolo, il giudice ricevente applicarà la sentenza redata dal suo omologo. Se il giudice ricevente trovare qualcuna non conformità nella sentenza, nell confronto delle normative superiori, deve comunicarne al suo omologo ricorrente per correzione.


Articolo V - degli violazioni al trattato
In tempo di pace come in guerra, qualsiasi violazioni al presente trattato o annullamento di quest'ultimo non conforme all'articolo seguente dà diritto ad un'adeguata compensazione della parte danneggiata.


Articolo VI - della procedura di denunzia del trattato
a) I Firmatari e i loro successori si impegnano a rispettare gli articoli di questo trattato.
b) Il trattato può esser annullato o per mutuo consenso delle due parti firmatarie o per inadempimento degli articoli o clausole presenti nel Trattato. In caso di inadempimento,la contraparte danneggiata potrà decidere di non rendere nullo il trattato inviando all'altro firmatario un lettere ufficiale entro 4 ( quattro ) giorni, che indichi la sua volonta a confermare valido il trattato in questione .
c) Nel caso in cui uno dei contraenti, dichiari guerra, attacchi o invada uno stato alleato della controparte, il presente trattato sarà considerato nullo.
d) Il firmatario che desidera porre fine al presente trattato deve far pervenire una lettera ufficiale di denunzia presso la sede diplomatica dall'altri firmatari.


Articolo VII - della modifica del trattato
Il trattato può esser modificato solo tramite accordo scritto di entrambi i soggetti firmatari.
In caso di disaccordo il trattato rimane in vigore.


Articolo VIII - dell'entrata in vigore del trattato
Il presente trattato entra in vigore senza limitazione di tempo dopo la ratifica da parte dei contraenti, che impegna le loro terre ed i loro popoli.


Articolo IX - delle versioni del trattato
Il presente trattato è scritto in italiano e portoghese. Le due versioni hanno pari validità ed efficacia.



Per il Ducato di Modena:


Debellaccioni degli Ordelaffi
Duca di Modena

[Por]Trattato di Coop. Giudiziaria fra Modena e Portogallo ModenabisV[Por]Trattato di Coop. Giudiziaria fra Modena e Portogallo Debverde


il Gran Ciambellano

[Por]Trattato di Coop. Giudiziaria fra Modena e Portogallo Ciambella


Per il Regno di Portogallo:

Sua Eccellenza, D. Nortadas de Albuquerque (Nortadas), Príncipe-Regente e Real Chanceler di Portogallo



           



Sua Eccellenza, D. Anna de Mello Highlander (Anokas), Contessa di Porto





Sua Eccellenza, D. Sbrugilo Ferreira de Queirós (Sbcrugilo), Contessa di Coimbra





Sua Eccellenza, D. Bandida Miranda de Carvalho (Bandida), Contessa di Lisboa





Firmato a Modena il  27 Luglio 1459

Citazione :
Tratado de Cooperação Judicial entre o Reino de Portugal e o Ducado de Modena

Na sua grande sapiência, os soberanos do Ducado de Modena e do Reino de Portugal, pediram que se escrevesse o presente tratado de cooperação judicial que vincula os povos do Reino de Portugal e do Ducado de Milão, com o intuito de instaurar e preservar uma amizade duradoura.

Artigo I - da aplicação do direito no próprio território
Todo o indivíduo que tenha cometido uma ofensa ou um crime do ponto de vista da lei e das regras vigentes no território de um dos signatários será processado e julgado segundo o direito vigente no território no qual foi cometida essa ofensa ou crime.

Artigo II - do princípio de cooperação
Todo o indivíduo que tenha cometido uma ofensa ou um crime do ponto de vista da lei e das regras vigentes no território de um dos signatários que procure refúgio no território de outro dos signatários deverá, sob pedido, ser procurado e preso depois do que, de comum acordo, extraditado ou julgado pelas autoridades judiciais do território no qual o indivíduo foi capturado (ditas autoridades judiciais receptoras).

Artigo III - da aplicação do direito recorrente
O comum acordo prevê uma plena e possível colaboração entre os procuradores e juízes dos dois signatários envolvidos de modo a que o acusado receba o mesmo julgamento que teria recebido caso não tivesse fugido à justiça do contraente recorrente (no território no qual teve lugar a infracção), sendo o julgamento desenvolvido pela delegação do signatário que emitiu o pedido.

Artigo IV - dos procedimentos de juízo
1. O procurador público do recorrente redige a acusação cuidando que sejam expostas as leis ou princípios sob os quais a acusação se baseia. Transmite-a ao seu homólogo juntamente com as provas em sua posse referentes ao acusado.
2. O juiz receptor deve receber os detalhes do processo.
3. O juiz recorrente redigirá a sentença aplicando o direito do recorrente, cuidando que sejam expostas as leis ou princípios sob os quais a acusação se baseia
4. O juiz receptor deve receber a sentença redigida pelo seu homólogo e avaliar se as mesmas respeitam as normativas superiores, iguais para todos os juízes. Se não vislumbrar qualquer impedimento, o juiz receptor aplicará a sentença redigida pelo seu homólogo. Se o juiz receptor detectar alguma incoformalidade na sentença, relativamente às normativas superiores, deverá comunicá-la ao seu homólogo recorrente para que a rectifique.

Artigo V - das violações do tratado
Em tempo de paz e de guerra qualquer violação do tratado ou anulamento do mesmo sem conformidade com o artigo seguinte dá direito a uma compensação adequada à parte prejudicada.

Artigo VI - dos procedimentos de rescisão do tratado
a) Os signatários e os seus sucessores comprometem-se a respeitar os artigos deste tratado.
b) O tratado pode ser anulado ou por consentimento mútuo da parte dos signatários ou por inexiquibilidade dos artigos ou cláusulas presentes no tratado. Em caso de inexiquibilidade a parte prejudicada poderá decidir não anular o tratado enviando ao outro contraente uma carta oficial num período de 4 (quatro) dias, que indique a sua vontade de manter válido o tratado em questão.
c) No caso em que um dos signatários, declare guerra, ataque ou invada um estado aliado da outra parte, o presente tratado é considerado nulo.
d) O signatário que deseje pôr fim ao presente tratado deve informar oficialmente os signatários da sua vontade rescisão.

Artigo VII - da modificação do tratado
O tratado pode ser modificado apenas através de acordo escrito entre todos os sujeitos signatários.
Em caso de desacordo o tratado permanece em vigor.

Artigo VIII da entrada em vigor do tratado
O presente tratado entra em vigor sem limite de tempo após a ratificação por parte dos contraentes, que compromete as suas terras e os seus povos.

Artigo IX - das versões do tratado
O presente tratado é escrito em italiano e português. As duas versões têm igual validade e eficácia.


Pelo Ducado de Modena

Debellaccioni degli Ordelaffi, Duque de Modena

[Por]Trattato di Coop. Giudiziaria fra Modena e Portogallo ModenabisV[Por]Trattato di Coop. Giudiziaria fra Modena e Portogallo Debverde


Bianca Maria Borromeo, Viscontessa di Suzzara e Signora di Albinea (dita Ladyranocchia), Real Chanceller

[Por]Trattato di Coop. Giudiziaria fra Modena e Portogallo Ciambella


Pelo Reino de Portugal

Sua Excelência, D. Nortadas de Albuquerque (Nortadas), Príncipe-Regente e Real Chanceler de Portugal



           



Sua Excelência, D. Anna de Mello Highlander (Anokas), Condessa do Porto





Sua Excelência, D. Sbrugilo Ferreira de Queirós (Sbcrugilo), Condessa de Coimbra





Sua Excelência, D. Bandida Miranda de Carvalho (Bandida), Condessa de Lisboa


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